Resumo 1º dia SPFW/10
A 27ª edição do SPFW, de acordo com Twitteiros que prestigiaram o evento, teve seu primeiro dia turbulento, corrido e tumultuado. O que já era de se esperar, abertura de evento grande é sempte tumultuada, com presença de Gisele e Jesus Luz, promete ser mais ainda. Mas é isso o que quem frequenta o SPFW gosta, tumulto, gente com estilo (ou não, viva as vitimas da moda!), muitos famosos e as tendências do próximo verão.
As expectativas do primeiro dia começaram com o desfile da Osklen com o gaúcho Oskar Metsavaht, que apresentou sua coleção Verão/10 jogando o samba na passarela, com direito a som “ambiente”de bateria de escola de samba, foi aplaudidíssimo, claro.
Nesse clima de carnaval a Osklen apresentou sobreposições de camisetas de malha comum com tule fluor, com o maior ar de fantasia de fim de carnaval, modernidade e ar street normal da osklen. As t-shirt’s básicas em todas as peças tiveram versão oversized e se transformaram em vestidos, ou ganhavam mangas diferentes, sempre com a transparência do tule de coadjuvante.
Em um segundo momento mais “glam” do desfile, entram as peças metalizadas, tradicionais da Osklen, peças com paetês e glitter, se destacavam e lembrava confete de carnaval em suas estampas bem marcantes e coloridas. Verde-e-rosa da mangueira, escola do coração de Metsavaht, teve seu momento fama, peças com o tradicional listrado tiveram suas cores inspiradas na escola
Tudo muito fevereiro-rio-de-janeiro.

Segundo desfile do dia contou com o um ar mais sofisticado de Priscila Dalrot.
Com flores e alfaiataria, Priscila se inspirou no cinema iraniano com o filme “A Cor do Paraíso”, para traduzir o verão brasileiro, um desfile com peças urbanas, femininas e descomplicadas.
Foram peças de alfaiataria com recortes sensuais em decotes e ombros, tudo muito feminino, com saias e vestidos plissados. O desfile em um momento mais sérios levava em sua cartela de cores o roxo e cinza e o floral, em tons pastéis, brilhava em peças mais descontraídas e leves.
Terninho com shorts foram a aposta da estilista longe de um desfile só de saias e vestidos, para um verão mais elegante, mais sofisticado, com roxo e cinza metálicos, peças estruturadas que acabavam ora estava mais solta, ora mais justa.
As peças florais, mais leves e bem mais verão, apareceram com, ora vestidos curtos e ajustados ao corpo, ora soltos e com volumes criando formas de flores em golas e mangas, e em macaquinhos soltinhos.
Um verão delicado e feminino, bem traduzido em peças clássicas.

V- Rom foi a terceira a desfilar, e a primeira a causar mais impacto, pelo menos na minha humilde opinião
A marca ostentou um verão marcado por roupas de festa em alfaiataria, recortadas e amassadas, com cara de dia seguinte de festa. Tudo muito forte, cheio de detalhes e cheia de estilo.
O Colete chamou a atenção, teve destaque e foi desfilado lindamente, usado como sobreposição fechado e aberto, se cair no gosto dos homens, e eles souberem usar, será lindo ver na rua tanto colete. Regatas entrelaçadas formando uma peça única, sobreposições e mix de estampas e cores. Branco, bege, cinza, rosa, chumbo, e claro, o pretinho básico.
Se Marcos Mion, sócio divulgador explícito da marca, continuar assim, vai longe.

Paola Robba estreiou a beachwear no SPFW, lança nesse temporada a grife com o seu nome, ela também assina as peças da Poko Pano.
Foi um verão parisiense, Tania Khalil e Carolina Magalhães foram coadjuvantes nesses desfile. As peças apresentadas por Paola Robba esbanjaram elegãncia, cheio de cores sóbrias e básicas, o preto e o branco foram absolutos nas peças que mais se destacaram. Tons de pele e rosa choque também apareceram com menor visibilidade, mas ainda sim com tanta beleza quanto os outros.
Correntes douradas, saídas transparentes, amarrações e penduricalhos deram a assinatura de Paola na coleção que também trouxe maiôs, além dos duas-peças, tão queridos pelas brasileiras.

A Colcci fechou o primeiro dia do SPFW como deveria fechar, com a Gisele iluminada como sempre, Rodrigo Hilbert roubando a cena e Jesus Luz, que só chamou a atenção porque está na mídia, na minha opinião, o Alex Shultz chamou mais atenção que Jesus, mas, novamente, é só a minha opinião.
A proposta princípal da Colcci nesse verão foi o agradável, transparência, sensualidade, modelos folgados e cheios de acessórios.
Jéssica Lengyel apostou nas transparências e no colo a mostra, vestidos assimétricos lembrando batinhas, combinavam com shorts curtinhos, ombros caidos em blusões enormes, e o querido de quase todas as coleções até agora, o colete também apareceu por ali.
O desfile teve em sua cartela de cores o branco, azul, pink, laranja, amarelo neon, cobre e lilás. Um pouco de xadrez também chamou a atenção em algumas peças.

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vc escreve mto! ponto! hahahaha